Total de visualizações de página

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

FUNDOS


Oi Pessoal!

Estou de volta...depois de muito tempo fora.
Bom...postarei aqui um pouco da minha experiência como professora de Educação Infantil.
Essa é a primeira postagem de 2011 e prometo alimentar esse blog sempre.
Um beijo a todos!

Lú

terça-feira, 14 de julho de 2009

Projeto
“MINHA HISTÓRIA”

“Se uma criança vive com aceitação e amizade; aprende a encontrar o amor no mundo.”
( Eny e Esther Sarli )


Duração: 4 meses (março, abril, maio, junho)

Faixa etária: 3 anos

Justificativa:

O projeto “Minha História” surgiu da observação das crianças no cotidiano escolar. Elas se interessam por atividades e brincadeiras relacionadas com o corpo e por meio da expressão corporal vão se descobrindo como indivíduos.
Esta é a idéia do projeto, conhecer o corpo, as transformações ocorridas e os acontecimentos desde o nascimento até os três anos de idade, percebendo-se um ser construtor da própria história e da sociedade.

Objetivo geral:


• Explorar e ampliar o conhecimento de si e do outro resgatando algumas etapas vividas pelas crianças desde seu nascimento até os dias atuais, favorecendo a interação e a aprendizagem por meio das histórias de cada um, suas semelhanças, diferenças e culturas.

Objetivos específicos:


• Conhecer a história da criança e o significado de seu nome;
• Reconhecer semelhanças e diferenças entre os membros da família, entre as crianças e outras pessoas da comunidade educativa;
• Trabalhar as partes do corpo, aprender a nomear e conhecer a função de cada uma delas;
• Explorar os órgãos dos sentidos através de experiências sensoriais, visuais, auditivas e olfativas;
• Ambientalização da sala de sala de aula com o tema do projeto;
• Estimular o raciocínio, a memória e a percepção visual por meio de jogos, brincadeiras, músicas e histórias, para ampliar seu conhecimento de mundo;


Procedimentos:


1ª atividade desencadeadora – Atraindo o interesse


Em “roda” apresentei uma caixa, com tampa, decorada, dizendo que dentro dela encontraríamos um verdadeiro tesouro. Cada criança foi convidada a olhar dentro da caixa, esperar que todos fizessem a mesma coisa e tentar vencer o desafio: guardar segredo.
Dentro da caixa tinha um espelho, bem no fundo, do tamanho exato da mesma. No momento em que a criança olhou para o tesouro viu refletida sua própria imagem.
O objetivo desta atividade é que os alunos percebessem que o tesouro é cada um deles, pois somos únicos e ninguém é igual a ninguém.

Próximas atividades:

• Após a realização da Dinâmica do Tesouro, as crianças são estimuladas a olhar uma para as outras, observar as características físicas e comparar: altura, peso, cor da pele/olhos/cabelos; sexo, etc.
• Na sala de aula será construído o canto do projeto com os objetos referentes ao tema trazidos pelos alunos (roupas, documentos, fotos, brinquedos...) que terão como função ajudar a reconstruir a história de cada um, do nascimento até o presente momento;
• Confecção de painéis para exposição de fotos, imagens, desenhos, pesquisas, livros de história, músicas sobre o tema para que aprofunde o interesse das crianças sobre o assunto;
• Leitura do livro Catarina e o urso preguiçoso (autor e editora) explorando a psicomotricidade (locomoção, equilíbrio, lateralidade...)
• Trabalhar a representação corporal através de telas, esculturas e confecção de bonecos de pano envolvendo noções e percepções do esquema corporal;
• Utilizar músicas que ajudam na percepção do esquema corporal: Formiguinha, Cabeça, ombro, perna e pé...
• Trabalhar a coordenação motora e os sentidos utilizando técnicas de pintura: pintura mágica, mistura de tinta com areia, pintura com bolinha de gude e com pincéis;
• Construção do boneco de pano envolvendo as partes do corpo humano;
• Construir o jogo da memória com fotos das crianças, formas geométricas, cores e objetos;
• Pesquisa sobre as preferências das crianças: comidas, cores, brinquedos e brincadeiras, filmes, personagens, hábitos sociais, etc.
• Ler com as crianças a certidão de nascimento de cada uma e socializar os dados;
• Desenvolver atividades para explorar as diferenças e semelhanças (confecção de gráficos, painéis, desenhos e diferentes registros);
• Trabalhar com o conceito família e envolver a diversidade: pais, avós, tios, irmãos... com a participação e contribuição das famílias;
• Confecção de painéis com objetos e/ou embalagens com embalagens usados na higiene bucal e diária do nosso corpo
• Atividade artística explorando diferentes partes do corpo humano: mãos, pés, cotovelos.
• Exploração dos 5 sentidos por meio de atividades lúdicas e confecção do painel “É para sentir...” como forma de registro;
• Recorte, colagem e dobradura com a atividade: Interferência gráfica (esquema corporal);
• Músicas relacionadas às partes do corpo: “Formiguinha”, “Boneca de Lata”, “Jacaré”, “Cabeça, ombro, joelho e pé”
• Atividade no Laboratório de Biologia: observação do esqueleto e do corpo humano;
• Desenvolver o conceito de número, trabalhar quantidade, contagem e seqüência numérica;
• Conhecer e identificar as figuras geométricas em diferentes contextos;
• Visita às casas das crianças como recurso de interação, socialização e aprendizagem (conhecer a casa, as pessoas da família, seus objetos pessoais, os tipos de moradias...)


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Desenhos infantis revelam sonhos e ajudam a identificar problemas como agressividade, timidez ou insegurança

É inevitável: em algum momento toda criança pede papel e lápis para desenhar. O resultado pode variar de rabiscos, bolinhas e manchas disformes até a indefectível casinha, mas dificilmente será uma transposição fiel da realidade. Poucos adultos conseguem perceber o quanto o desenho infantil pode ser revelador: traduz o grau de maturidade da criança, seu equilíbrio emocional e afetivo, seu estágio de desenvolvimento motor e cognitivo.
Pais que dão pouca atenção às garatujas produzidas por seus filhos ou educadores que encaram a atividade de desenhar como um tapa-buracos para os instantes de sua ausência em sala de aula estão perdendo uma grande oportunidade. Em muitos casos, o desenho pode expressar sensações e sentimentos que a criança não conseguiria mostrar de outra forma. Observando melhor as linhas do desenho infantil, é possível descobrir atrasos no ritmo de desenvolvimento, excesso de timidez ou mesmo dificuldades no relacionamento familiar.
Embora não haja regras fixas, há muito a ser observado no desenho. O exemplo da casinha, tão comum na temática infantil, por si só já é bastante rico. Casas feitas no ar, sem um chão, uma base, podem representar essa falta de parâmetros ou de segurança da criança. Janelas e portas muito pequenas podem significar sua dificuldade de abertura e de contato com o mundo externo. Ou podem ter conotação de tristeza ou timidez. Uma grande variação de cores pode representar alegria e expansão. O telhado da casa costuma ser muito importante, pois simboliza o conteúdo de sonhos e fantasias.
Os primeiros registros de linguagem escrita, ainda na pré-história, tinham a significativa forma de desenhos. As chamadas pinturas rupestres, encontradas nas paredes de antigas cavernas, traziam a representação simbólica da forma de viver do homem primitivo, seus conhecimentos, seus medos, suas divindades. De forma análoga, assim como foi marcante nos primórdios da evolução histórica, também no início do processo de desenvolvimento humano, o desenho cumpre um papel relevante.
'O desenho surge antes da escrita e se constitui numa forma de expressão bastante espontânea da criança, revelando sua maneira de ver o mundo', resume Mônica Guttmann, psicóloga e especialista em arte-terapia e arte-educação pelo Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo.
'A criança está integralmente presente em tudo o que faz, principalmente quando existe um espaço emocional que o permita. Existe um pensar por trás do seu fazer, por trás de suas pequenas operações, como subir e descer uma escada, balançar insistentemente um chocalho, amassar um papel', comenta Edith Derdyk, artista plástica e educadora, em seu livro Formas de Pensar o Desenho (leia mais na pág. 34).
Nem sempre o adulto consegue captar no papel a rapidez do raciocínio infantil. Se a criança desenha uma chuva que derrubou a casa, talvez seja porque ela está passando por um momento tempestuoso. Mas logo depois ela pode vislumbrar e desenhar o sol. Misturas de temas como essas podem ser erroneamente interpretadas como algo confuso ou conflitante. Por isso é tão relevante observar também o contexto e dialogar com os pequenos desenhistas.
Maria Alice Proença é coordenadora de educação infantil da Escola Lourenço Castanho e trabalha no maternal com crianças de 1 a 4 anos. O desenho e outras expressões artísticas ocupam espaço privilegiado no projeto pedagógico da escola e são vistos como outras formas de comunicação da criança, sem a preocupação em avaliar. 'O educador olha se a criança está explorando os movimentos das garatujas, procurando oferecer estímulos', diz Maria Alice. Ela explica que se o aluno não ocupa todo o espaço da folha, provavelmente não ocupe todo o espaço do ambiente – o que pode acontecer por pura timidez (leia mais no quadro à pág. 35). Se for assim, a professora leva a criança a explorar melhor o pátio da escola, por exemplo.

Até os 4 anos, as crianças ainda não desenham figuras, mas há uma evolução nas garatujas. O traçado começa linear, passa a ser circular e aos poucos a criança sai de pontos específicos e consegue usar todo o papel. A escolha de cores não é tão importante nessa idade, quando os arabescos tendem a ser monocromáticos. Quando a criança consegue evoluir das linhas retas para as bolinhas é sinal de que está concluindo o maternal. 'E aí já se refere a si como ‘eu’', explica Maria Alice. Coincidentemente, o fechamento do círculo no papel simboliza o fechamento do ciclo básico do desenvolvimento, importante tanto para sua estruturação como indivíduo quanto para formar a competência para a escrita.
Tereza Cristina Pedroso Ajzenberg, psicóloga especializada em gestalt terapia e arte-terapia pelo Instituto Sedes Sapientiae, ressalta que o desenho conta tanto da realidade objetiva quanto da subjetiva de quem o faz.
Ela explica que há uma ampla gama de sinais reveladores nessa produção, mas eles não devem ser avaliados segundo um padrão. E aconselha investigar não necessariamente o diferente, mas aquilo que denota tristeza ou angústia. Desenhar e apagar seguidamente pode revelar apenas a preocupação em apresentar um resultado bonito. Ou, em alguns casos, certa angústia. Discernir entre uma situação e outra pressupõe contato e interação com o autor do desenho, não privilegiando o resultado estético, mas a história que a criança deseja contar. A representação de um acidente, por exemplo, não faz necessariamente parte da vida da criança. Às vezes, surge em seu desenho depois de algo visto na rua ou na TV.
'Buscar o desenho na comunicação com crianças é privilegiar um referencial mais próximo delas', defende Paula Fontana Fonseca, psicanalista. Ela vê os recursos lúdicos como fortes aliados em situações traumáticas, mesmo quando a criança já domina o discurso verbal. O desenho pode ser de grande ajuda para a criança em situações como a violência doméstica – quando há dificuldade em falar, falta de compreensão do que aconteceu ou incapacidade de dar nome aos próprios sentimentos.
Myrian Bove Fernandes, gestalt terapeuta, alerta para o perigo de se tirar conclusões precipitadas por causa do desenho dos pequenos: 'Imaginar que uma criança tem problema porque só pinta usando a cor preta, por exemplo, pode ser muito perigoso. Ela pode ter escolhido a cor porque dá mais contraste no papel e fica mais bonito.'
Myrian lembra a preocupação de um profissional e dos pais de um garoto com o hábito do filho de picar minhocas. Procuravam investigar a causa de sua agressividade até ouvi-lo dizer para a minhoca esquartejada: 'Olha, agora você já tem muitos amiguinhos.' O caso serve para lembrar que enquanto o adulto corre o risco de se fechar em grandes teorias e volteios de interpretações, a criança pode simplesmente dizer que 'não é nada disso.'
Um dos testes clássicos com utilização do desenho infantil é denominado HTP (sigla para House, Tree, Person, 'casa', 'árvore' e 'pessoa'). Trata-se de um tipo de teste de projeção e recebe esse nome por ter o objetivo de fazer a pessoa expressar fora o que está dentro. Os três elementos do HTP foram escolhidos por serem símbolos universais. Crianças de todo o mundo, em qualquer tempo, repetirão esses símbolos. A casa oferece uma riqueza de interpretações tanto no sentido de representar o abrigo familiar quanto a estrutura psicodinâmica da própria criança. A árvore representaria suas relações com o mundo e a pessoa, o 'eu'. O HTP é um teste com fundamento científico comprovado, bastante utilizado nas clínicas de atendimento psicoterapêutico infantil e em algumas instituições.
Tereza Cristina afirma que a grande preocupação com a criança, principalmente na escola, é com relação à alfabetização e ao rápido domínio da linguagem escrita. Não haveria problema se essa expectativa de competência não concorresse, ao mesmo tempo, com uma certa repressão do ato de desenhar. 'Questões de lateralidade e uso de espaço, que poderiam ser mais bem resolvidas com a experiência do desenho, acabam sendo prejudicadas pela escrita.'
A psicóloga conta que tem recebido em seu consultório crianças muito inibidas para desenhar. Uma delas, de 6 anos, havia sido informada para não fazer mais olho em formato de bolinha – tinha de se preocupar com as dobras das pálpebras. Enquanto são pressionadas pelo excesso de rigor estético em desenhos dos quais se exige cada vez mais realismo, as crianças são privadas de exercitar livremente a criatividade.
Aicil Franco, psicóloga clínica com formação junguiana, trabalha com crianças, adolescentes e adultos. Se a criança sente-se insegura para desenhar, Aicil aconselha o uso da argila ou da pintura. Além de ajudar a criança a se expressar, essas atividades proporcionam um equilíbrio emocional capaz de prevenir doenças físicas e afetivas. 'Se o professor se conscientizar de que o desenho, o teatro e a brincadeira são essenciais no mundo da criança, pode usar esses recursos para ensinar até matemática', acredita.
O mais importante, entretanto, é perceber o quanto a criança se sente orgulhosa daquilo que faz. São atitudes altamente positivas a da mãe ao emoldurar o desenho do filho ou a do professor ao expor a ilustração do aluno no quadro da classe. A pior resposta do adulto é a indiferença.

Fonte: http://www.revistae ducacao.com. br/apresenta2. php?pag_id= 401&edicao=264

domingo, 8 de março de 2009

Quebra-cabeça com caixas sobre as aves que estudamos




Para fazer esse quebra-cabeça precisei de 4 caixas quadradas.
A sala foi dividida em 6 grupos e cada um escolheu uma ave para desenhar. Eles desenharam, pintaram e depois que eu colei a folha inteira nas 4 caixas e com o estilete dividi o desenho em 4.

Ninho que encontramos e virou projeto

projeto Voa,voa passarinho

Justificativa:

Passeando pelo jardim do colégio as crianças avistaram um ninho em cima de uma árvore. Demonstraram muito interesse, surgindo algumas perguntas: Será que tem passarinho lá? Porque está tão alto? Que passarinho fez esse ninho? Como ele fez?

A partir dessas curiosidades, resolvemos desenvolver um projeto sobre aves. Em roda conversei com as crianças realizando algumas perguntas para obter um conhecimento prévio sobre o assunto: O que é uma ave? Várias respostas foram dadas e todos queriam falar ao mesmo tempo. Percebi, de fato, que o assunto era interessante para eles. Disse então: Vamos fazer um estudo sobre as aves e esse estudo precisa ter um nome. O que vocês acham? Como vai se chamar?

Um aluno falou: “Voa, voa” , eu questionei “Voa,voa o que?” outro rapidamente respondeu “Passarinho”. E assim ficou “Voa, voa passarinho”. Desde então, iniciamos o nosso projeto sobre Aves.

Objetivos:

· Identificar e conhecer as diferenças entre as aves e os outros animais;

· Conhecer a utilidade das aves e suas características;

· Valorizar a Preservação da Natureza através da preservação das diferentes espécies de aves;

· Procurar proteger as aves, seus ninhos e filhotes;

· Despertar o interesse pela preservação das espécies animais;

· Propiciar aos alunos conhecimentos gerais e características básicas sobre a vida animal;

· Fomentar o interesse pela pesquisa, propiciando o reconhecimento desta enquanto uma rica fonte de conhecimento;

· Desenvolver a criatividade e a imaginação;

· Desenvolver a coordenação motora;

· Desenvolver atenção e raciocínio;

· Socializar.

Procedimentos:

Em roda, as crianças foram questionadas: O que é uma ave? O que vocês gostariam de saber sobre a ave?


Sabemos que...

“... a ave é um pássaro”.

“... que ela não gosta de tigre”.

“... é um pássaro que come peixe”.

“... se o tigre pega um pássaro ele morre”.

“... ela voa”

“... quando o tigre vai pegar a ave, ela sobe em cima da árvore e o tigre não consegue pegar e não consegue subir na árvore ai ele arranha”.

“... é um animal”.

“... um bicho que voa”.

“... faz um barulho assim: piu-piu”.

“... pingüim”

O que gostaríamos de saber...

“Será que ela come bicho morto?”

“Como ela voa?”

“Como ela bica pra comer minhoca?”

“Ela bebe água suja?”

“O que ela come? Peixe ou minhoca?”

“Como é a ave?”

“Como ela nasce?”

Na sala de aula, montamos o canto do projeto. Nele está exposto algumas figuras de aves, livros de história sobre o tema e jogos para que aprofunde o interesse das crianças sobre o assunto

Nas aulas de arte exploraremos telas e esculturas sobre o tema, montaremos um ninho com jornal para que fique exposto em nossa sala.

Nas aulas de Movimento exploraremos o vôo das aves, os movimentos que as asas fazem como as aves andam, por meio de movimentos, as crianças são capazes de simular situações, trabalhando, além da coordenação motora global, o tão importante jogo simbólico.

Nas aulas de Música abordaremos o tema a partir dos sons das aves, do seu canto.


Possíveis questões:

Como a ave alimenta seus filhotes?

Do que é feito o ninho?

Todas as aves fazem ninho?

Todos os ninhos são iguais?

Como elas aprendem a voar?

Como o pintinho sai do ovo?

Por que as aves cantam?

Elas dormem?

Por que algumas aves voam em bandos?

O pingüim é uma ave?

A ave tem dente?

Recursos literários e científicos:


“A vida na lagoa” - Neide Simões de Mattos - Série Natureza _Ed. Scipione

“A vida no Campo” - Neide Simões de Mattos - Série Natureza _Ed. Scipione

“Galo Telo e Teorema” Cristina Porto e Michele Iacocca – Ed. FTD

“Um amor de confusão” – Dulce Rangel – Hora da Fantasia – Ed. Modern

“A galinha Ruiva” – Coleção Livro Mágico – Ed. FTD

“Galo Telo e Teorema” Cristina Porto e Michele Iacocca – Ed. FTD

“Um amor de confusão” – Dulce Rangel – Hora da Fantasia – Ed. Modern

“A galinha Ruiva” – Coleção Livro Mágico – Ed. FTD


Vídeos:


“A Fuga das Galinhas”

“DuckTales e o tesouro perdido”

“Galinho Chicken Little”

“Pica-Pau”


Possíveis atividades:

Conversas em roda.
Observar os pássaros que tem na escola.
Ouvir os pássaros
Observação de gravuras para que as crianças percebam as características das aves.
Observação de uma ave viva. Acompanhar os cuidados com essa ave.
Registros das observações
Recorte, colagem e dobradura com o tema.
Pesquisa em revistas e livros
Listagem das aves conhecidas e pesquisadas
Painel com desenhos e gravuras confeccionados pelos alunos
Músicas relacionadas às aves
Trabalhos com poesias
Dramatização das histórias, poesias e músicas.
Visualização das letras do alfabeto através das músicas, poesias e textos escritos.
Construção com sucata e massinha
Visita à casa do aluno Vitor Hugo para ver as aves que seu pai cria
Estabelecer comparações entre a moradia dos homens e das aves
Construção de um ninho
Laboratório de Biologia – observação
Brincadeiras de roda – “A galinha do vizinho”...
Resolução de situações problemas envolvendo conceitos matemáticos: números, quantidades e figuras geométricas.
Brincar com Jogo da memória das aves
Jogo de Seqüência lógica com o objetivo de desenvolver a percepção visual e a linguagem oral
Produção de textos coletivos
Culinária utilizando ovos, milho, verduras...
Filme: “A fuga das Galinhas”, “Galinho Chicken Little”, “Pica-pau” e “Pato Donald

Documentação do projeto:

· Confecção de um Álbum Ilustrado com as Produções das crianças, baseadas em suas pesquisas, conclusões e conhecimentos.
A Festa das Aves: Exposição dos trabalhos e apresentações de poesias sobre o tema.


Músicas:

“Passaredo” – Chico Buarque (dramatização)

“Cinco patinhos” - Xuxa


1 - Pintinho Amarelinho

Meu pintinho amarelinho

Cabe aqui na minha mão

Na minha mão

Quando vê algum bichinho

Com seus pezinhos ele cisca o chão

Ele bate as asas, ele faz piu piu

Mas tem muito medo é do gavião.

Ele bate as asas, ele faz piu piu

Mas tem muito medo é do gavião.


2- Rolinha

Minha rolinha voou, voou

Caiu no laço se embaraçou

Minha rolinha voou, voou

Caiu no laço e se embaraçou

Ai me dá um abraço

Que eu desembaraço

A minha rolinha que caiu no laço

Ai me dá um abraço

Que eu desembaraço

A minha rolinha que caiu no laço.


3- O Pato

O pato pateta pintou o caneco

Bateu na galinha

Surrou o marreco

Pulou no puleiro

No pé do cavalo

Levou um coice

Criou um galo

Comeu um pedaço

De jenipapo

Ficou engasgado

Com dor no papo

Caiu no poço

Quebrou a tigela

Tantas fez o moço

Que foi pra panela...


4- O ninho dos Passarinhos

Um belo dia lá no ninho

Três ovinhos descobri

Mamãe me olhou assustada,

Mamãe me olhou assustada

Tive medo e fugi...


Dois dias voltando

Dois dias voltando

Nem um ovo desta vez.

E abrindo os biquinhos

E abrindo os biquinhos

vi três passarinhos... Eu vi Três!

( Melodia: Meu Lanchinho )


5- O Patinho Atrapalhado

Vou contar uma história

De um patinho atrapalhado

Do patinho que nasceu

Duas horas atrasado!

Depois que saiu do ovo

E não viu nenhum patinho

Procurou por toda parte

E assim ficou sozinho...

E seu mundo era pequeno

Lá na beira da lagoa

Vivia como um patinho

Nadando, brincando à toa...

( Melodia: Ciranda Cirandinha )


6- Meu Passarinho

Se meu passarinho voa

Eu também quero voar

Com o biquinho para o chão

E as asinhas para o ar.

É pé, é pé, é pé

É mão, é mão, é mão

Dê uma rodadinha

Abrace o amigão.

( Melodia: Sambalelê )


Poesias:

O Urubu

O vôo mais bonito

É do feio urubu

Que passeia pelas nuvens

Do Brasil até o Peru

Ele dá uma pirueta

E voa mais que gavião

Mas quando está com fome

Voa mesmo é para o chão.


O Papagaio

Ele é tão falador

Que quer ser o presidente

Prometeu salvar os bichos da floresta tão doente

mas com tanto falatório

Um passarinho assim falou:

Papagaio mente tanto

Que meu voto não levou.


O Pavão

Mandaram um presente

Um leque para o João

Quando ele abriu a caixa

Foi surpresa e confusão

Pois o leque colorido

Era apenas um pavão.


A Galinha

Come milho

Enche o papo

Bate papo no terreiro

Se apaixona pelo galo

Que cantou o dia inteiro.


O Periquito

Pequenino e bonitinho

Canta, canta sem parar

Voa em bando pelo mundo

Comendo as frutas do pomar

Quem quiser seguir seu rumo tem que aprender a voar.


Poesias extraídas do livro:

Soltando os bichos – Paulinho Pedra azul – Editora Lê